Texto: Julgamento

5/12/2017 08:00:00 PM


 Tantas pessoas passam pelas nossas vidas... Algumas despercebidas, outras que ocupam espaços enormes e ficam ou vão embora. Algumas se despedem por alguma razão exata, tavez uma briga? falta de interpretação? Outras simplismente vão. As pessoas se separam. É fato! Não estou falando apenas de casais, mas amigos, colegas de trabalho, da escola, componentes daquela banda que gostamos...TUDO. Parceiras acabam. Algumas das vezes o distanciamento acontece de maneira tão natural, sem pretensão, que quando é percebido acontece acusações. E de uma hora para outra estamos todos em um julgamento.

  Ninguém está a salvo. A batalha entre pessoas tão próximas é iniciada, sem tempo certo para terminar. Iria terminar? Quem seria a vítima da história? Lado A? Lado B? ou quem sabe um Lado C? São perguntas demais. Vamos lá. Como em todo julgamento há testemunhas. Pessoas que presenciaram o ocorrido são obrigadas a escolher um lado. Mas seria esse o certo?  E para escolher o lado, a testemunha precisou achar um culpado. E aparece mais um personagem para a trama, um advogado. Alguém para defender B, empurrando a culpa em C e D.

  A bola de neve só aumenta. Cada um acha um reu. Mas existe UM reu?

 Como juiza dessa questão, após tantos Xs bato meu martelo para cada um ter um pouco de culpa. Ninguém é uma vitima. Um julgamento não precisava ter acontecido. Sem tanto alvoroço, como fã da boa conversa, assino embaixo que isso iria resolver. A melhor forma de resolver um problema é tão simples e pouco usado. Mas o ser humano é orgulhoso. As pessoas em volta gostam de  ''botar lenha na fogueira'', e cada vez vamos a pior. Essa é apenas uma das situações onde o problema fica pequeno diante da solução.  Uma briga entre amigos poderia ter sido resolvida, como o final de uma guerra. Questões com pesos tão diferentes são resolvidas pelo mesmo motivo. Cada vez mais é preciso pedir paz.

  Tudo que falei faz sentido para você? Nas últimas horas esse pensamento veio e me levou para longe. Para bem longe, daqueles momentos que nem a buzina de um carro te faz ''acordar''. Após pensar sobre tudo o que me fez voar, cheguei a conclusão mais óbvia: Todos seriamos mais felizes seguindo as leis da boa convivência.


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Aos 15 anos, a soteropolitana, da cidade de Salvador, Lorena Souza está disposta a viver diversas mudanças, assim como a pipoca, que por sinal é um dos seus amores. Concilia seu tempo nos estudos, fotografia, vida social, faz parte da Galera Capricho 16/17, e agora o blog, espaço criando para compartilhar seus pensamentos!

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